Daniella cobra a Prefeitura informações sobre a paralisação na construção de casas

A vereadora Daniella Ribeiro (PP) preocupada com a questão habitacional de Campina Grande e as reclamações da população com a morosidade na construção de moradias vai apresentar na próxima terça-feira, pedido de informações à Prefeitura Municipal de Campina Grande, conforme o regimento do Poder Legislativo, a respeito da paralisação das obras de construção de casas para os moradores de áreas de risco da Catingueira e do Bairro das Cidades.

Ela deseja oficializar as informações prestadas pelo secretário de Obras e Serviços Urbanos (Sosur), Ricardo Nóbrega Pedrosa, na condição de representante do Poder Executivo campinense, sobre o atraso na entrega das 337 casas cujos futuros habitantes vivem em áreas de risco, e esses cobram do Poder Público a adoção de providências que vem se arrastando por vários anos. Os serviços de construção das moradias foram iniciados no meio do ano de 2006, e até hoje não concluídos. As obras estão paralisadas há dois anos. Dentre outros serviços há necessidade de pavimentação e as ligações de redes de esgotos.

Enquanto o Poder Público não adota providências em caráter conclusivo, os futuros moradores vivem momentos de aflição morando em áreas de risco, muito em casas sem condições de habitação, e as futuras moradias sendo alvo de invasões e depredações. As casas foram construídas no Bairro das Cidades, por traz da Creche “Áurea Moura Ribeiro”, na referida localidade.

Daniella deseja as seguintes informações da Prefeitura Municipal: 1 – Quantas casas estão sendo construídas? 2 – Qual o nome do programa que a Prefeitura Municipal está utilizando para a construção dessas moradias? 3 – De provém os recursos para a construção dessas moradias? Anexar cópia do(s) contrato(s). 4 – Qual o valor dos recursos aplicados? 5 – Qual e/ou quais a(s) empresa(s) que construíram as casas? Essas empresas já receberam o pagamento em dia pelos trabalhos? 6 – Quantas famílias vão ser beneficiadas?7 – Quais os critérios adotados para a seleção dos beneficiários? 8 – Quando as obras foram iniciadas e qual o prazo final de conclusão? 9 – Já foram concluídas as obras de saneamento básico, incluindo água, esgotos e energia elétrica? 10 – Qual o prazo para a implementação desses serviços? 11 – Quais as razões que têm impedido a entrega das casas aos mutuários? 12 – Outras informações pertinentes.

Uma comissão de parlamentares esteve em reunião com o secretário de Obras e Serviços Urbanos (Sosur), Ricardo Nóbrega Pedrosa, solicitando informações a respeito da demora na entrega pela Prefeitura das casas construídas no Bairro das Cidades. Uma comissão dos futuros moradores esteve presente à reunião.

Após a reunião na sede da construtora, a vereadora Daniella Ribeiro esteve com centenas de populares que se concentraram defronte ao portão da empresa e esta relatou o que foi tratado no encontro afirmando que está engajada e pode contar com a parlamentar e com a sua ação em defesa de todos, salientando o papel da Câmara Municipal em prol da sociedade.

Afirmou que o seu gabinete está ao inteiro dispor para colaborar no que for possível no sentido de contribuir para a rapidez na definição da entrega das moradias. Também o vereador Antonio Pereira manteve contato com os populares e detalhou o que foi tratado no encontro com o representante da Prefeitura Municipal.

A visita no Bairro das Cidades é conseqüência de sugestão da vereadora Daniella Ribeiro durante a presença de populares que estiveram na Câmara Municipal cobrando do Poder Público a entrega das moradias, construídas há dois anos, o que tem causado preocupação e revolta com a indefinição da questão pela Administração do Município.

Daniella pediu ao secretário a definição de uma data para a entrega das moradias, e, na oportunidade, Pedrosa afirmou que todo o problema é conseqüência da burocracia e de exigências da Caixa Econômica Federal, no que diz respeito a novas obras na área. Há perspectivas extra-oficiais da liberação dos procedimentos pela entidade creditícia e a abertura de licitação para a obra de esgotamento sanitário, contudo sem uma data definida. Ele acredita que até o mês de agosto o problema será sanado, e, finalmente, as casas entregues, mas tudo ainda vai depender de reuniões com os técnicos da Caixa.

São apenas 337 casas cujos futuros habitantes vivem em áreas de risco, e esses cobram do Poder Público a adoção de providências que vem se arrastando por vários anos. Os serviços de construção das moradias foram iniciados no meio do ano de 2006, e até hoje não concluídos. As obras estão paralisadas há dois anos. Dentre outros serviços há necessidade de pavimentação e as ligações de redes de esgotos.

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